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Nunca imaginei que entrar de vez no ramo de vendas de revistas e livros seria um serviço tão exaustivo.
E depois de ter folgas canceladas e adquirir uma boa expêriencia, estou aqui para catálogar e informar sobre as boas noticias das bancas em quem vocês, nerds que não saem mais de casa, estão perdendo.
Para começar vamos seguir com Hulk Contra o Mundo, que está chegando ao seu final. A minissérie que do início prometia o Hulk castigando os heróis responsáveis pela morte de seu mundo e sua rainha no final é só balela, temo um verdão ao contrário do que é mostrado, piedoso, que quer, no final de tudo, Humilhar profundamente os heróis mais reconhecidos da casa de idéias.
Realmente interessante ver um quebra pau (quase) pra valer entre Hulk e Homem de Ferro, ou Raio Negro. O quebra pau entre Ben Grimm e O verdão é deveras emocionante, nas eternas lutas entre o Homem de rocha e o monstro verde.
Greg Park é um escritor muito competente em cenas de lutas, e todos aqui sabem que o velho e bom John R omita Jr é um dos melhores desenhistas vivos da Marvel, e que faz questão de mostrar isso sem medo, sem mais, a HQ do Hulk tem no final um desfecho inesperado, e também de maneira mal explicada, entre outras coisas, só lendo para conferir.
Vale a pena pelo combate entre o verdão e o Sentinela.
Mais noticias são a Pixel Media desse mês, da qual temos Frequência Global de Warren Ellis, para quem já ficou com saudades de Planetary, ainda não li esta história.
DMZ amadureceu bastante nas 2 últimas edições, e está mostrando cada vez mais a guerra, e o que é interessante, ela está mostrando o porque é tão elogiada lá fora.
Constantine tem um final decepcionante, para quem achava que no ia melhorar e nos trazer um final com tudo acertado e reviravoltas, tivemos apenas uma edição com coisas mal explicadas, nunca pensei que diria isso, mas não é uma leitura certamente recomendada e também é a pior da revista deste mês.
Fechendo a edição temos a segunda parte de Y o último homem, que também tem um roteiro bem estruturado, porém todas as referencias, como na última edição, faz com que a edição seja um pouco artificial, como um seriado de humor americano.
Da marvel Max deste mês o que li foi apenas Justiceiro e Ash, já que quando tentei ler O filho de Satã me pareceu uma história totalmente sem nexo, e quando vi o final isso apenas afirmou minha teoria.
Em Justiceiro, Frank Castle é apenas um coadjuvante numa história cheia de personagens principais, mas apenas somos apresentados a novos pontos e ganhamos mais informações. Garth Ennis recentemente declarou que 60% de seu tempo é gasto em histórias de Guerras, e as informações e histórias que conhecemos até mesmo numa história sobre um Justiceiro urbanos nas páginas do Justiceiro provam isso. Ele está mesclando os arcos e provavelmente está por vir uma de suas maiores histórias.
Agora a história de Ash contra zumbis marvel aumentou consideravelmente sua qualidade, está ficando mais interessante tanto com o envolvimento do Doutor Estranho, e no final temos um final digno de valer a revista:
Howard The Duck aparece como Zumbi. Isso já vale a revista e próxima edição, não?
Fora tudo isso, temos encardenados ótimos saindo, com o novo de Hellboy, que esqueci o nome (quando confirmar botarei aqui) a ilustre fase de Joss Whedon e John Cassaday em frente dos X-men, um material com mais de 300 páginas e necessária para qualquer fã que tem se recusado a comprar X-men Extra, que custa a bagatela de 38 reais.
Também estão saindo a coleção maiores clássicos dos heróis dc, que por 25 reais você pode comprar, por exemplo, a edição 3 que tem como foco as melhores histórias da mulher marvilha, que acompanha cada edição um lindo broche.
Atualização: Frequência Global já foi lida, e é ótima, seu ritmo rápido e o fato de ser histórias fechadas lembram seriados. Recomendada.
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