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O que esses três tem a ver?
Nada! É só um título para esta coluna. Agora que tal lermos o que temos de cada um dos três?
Vamos começar do pior, para já ficarmos livres disso, ou seja, o que seria pior dentre estes três?
A respostá é óbvia, então vamos lá:
Spawn 176. Este é quentinho do nada de novo da banca.
Ok, nunca fui fã de spawn, nunca gostei, na verdade. Ele e quase 90 por cento de tudo que a image comics são quadrinhos produzidos mais pela estética, que sempre imita o que está na moda dos quadrinhos, do que pelo roteiro, que é sempre desprovido de atrativos.
Mas eu quis dar uma chance para ele, já que a pixel media está lançando, por 32 páginas, e pelo preço de quase SEIS REAIS ( R$5,90), aproveitei para ler em uma hora de folga no serviço.
E é sempre o mesmo do que todos já estão acostumados, ou seja, tudo que disse acima, desenhos da moda junto com um roteiro fraco, com alguma furadas, como por exemplo a cena em que o Spawn aparece atrás do agente(que por sinal é parente dele) logo após dele ficar sozinho e ele descarregar uma arma no Spawn, logo após detetives e parceiros dos agentes o deixarem sozinho, coisa de poucos segundos. O que me faz perguntar o porque deles não terem ouvido o tiro, se foi questão de segundos, talvez aquela bruxa que estranhamente tem o poder de fazer tudo que quiser tenha abafado, mas muito mal explicado.
E outra, este se trato, pelo que diz a primeira parte de um arco, que começa confuso e pelo jeito pela metade.
Não tem pior coisa que a idéia do concurso de mangá, o bom detalhe da revista fica para o quarto de um dos participantes mortos, do qual tinha entre outros posters ( como do naruto) e outros itens nerdísticos.
Me lembro até hoje quando li no blog do universohq eles contando a história de um artista que estava em uma comic con, e um fã disse a ele "olha, num quadrinho roteiro não quer dizer nada, o que importa é os desenhos". E o sábio rapaz respondeu "10 anos de Image é a prova contrárdia disso".
A Pixel começou com preços bons, e agora tem mantido pouco suas promessas, como o preço baixo, ou coisas mais acessíveis, o que está cada vez mais caro, é só observar a mudança de preço da primeira Pixel Magazine até agora, porém, fora os atrazos, os mixes e os lançamentos da editora estão cada vez melhores.
House, Quinta Temporada, Episódio Primeiro:
E já está na internet o primeiro episódio de House, depois de um triste final para a Quarta temporada, que foi encurtada graças a greve de roteiristas, House começa, como sempre, com a corda toda, cada vez mais rude ( como ele consegue? ) e com casos cada vez mais bizarro, esta quinta temporada já começa com um fato pra lá de... triste? Ou diria, um final para o House? Só vocês assistindo para ver.
Alan Moore: O bardo mete o pau nas indústrias cinematográficas.
Eu entro sempre em todos os sites sobre quadrinhos que conheço do brasil, incluido entre eles sobre cartoon, até livros, alguns forúns e afins, e quando estou com sobra de tempo alguns gringos, mas vamos ao que interessa, diretamente chupinhado do, que por ventura chupinhou de outro site, que agora não lembro o nome.
O velho Moore, disse primeiro que vai cuspir veneno em tudo relacionado ao filme pelos próximos meses. E aproveitou para meter o pau nas indústrias cinematográficas, os chamando de prepotentes, dizendo que o cinema de hoje em dia é feito já para os consumidores, que de fato, quem vai ao cinema tem tudo entregue em sua boca, " É como se fôssemos passarinhos
recém-saídos dos ovos olhando pra cima, com nossas bocas bem abertas,
esperando que Hollywood nos alimente com um vômito de vermes"diz o bardo.
E aproveita para atacar também os quadrinhos: "Há três ou quatro empresas agora que
existem somente para criar não quadrinhos, mas storyboards para filmes.
Pode-se dizer que a única razão pela qual a indústria dos quadrinhos
ainda existe é essa, para criar personagens para filmes, jogos de
tabuleiro e outras mercadorias. Os quadrinhos são uma espécie de horta
onde crescem franquias que podem ser rentáveis para a indústria
cinematográfica debilitada".
Bom, O gênio das hqs realmente está aproveitando estes momentos para dar um tapa na cara das indústrias, o que ele pode ser verdade. Mas a culpa também é de todos os nerds, que caem nessa de filmes blockbusters como o Homem de Ferro, e ja saem querendo até os dos vingadores, os boatos, como semprem, ajudam a aumentar a coisa. Porém todo mundo sempre cai nas armadilhas do que vai sair nos cinemas, é só ver por exemplo o filme novo do Justiceiro, do qual a diretora foi "afastada" porque acharam o filme pesado, e agora teremos uma versão light para pais que levam filhos de 10 anos para o cinema, o que é, uma grande merda.
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